Utilizar uma pequena parte das férias de janeiro para investir no desenvolvimento de pessoas envolvidas com equipes de louvor em igrejas locais, é o objetivo da segunda edição do Seminário de Adoração que será promovida pelo ministério Vineyard Music Brasil nos dias 26 e 27 de janeiro de 2013, na cidade de Piratininga, SP.
Serão dois dias intensos onde abordaremos temas conceituais como vocação, carácter, serviço, relacionamentos e compartilharemos experiências práticas relacionadas à habilidade musical, ensaio, repertório, composição, entre outras.
Você será muito bem vindo !
Dias 26 e 27 de janeiro de 2013
Local: Comunidade Vineyard Piratininga
Rua Dr José Lisboa Junior, A19, Centro, Piratininga, SP
Informações e inscrições: (14) 3265-2575 | 3265-1818
Há alguns dias escrevi um artigo que provocou muitos
debates por aqui, mostrando em meu ponto de vista, os 10 pastores que não
respeito e não admiro. Na sequência dessa série, destacarei agora aqueles que
merecem toda a admiração e respeito devido à forma como tratam o ministério
pastoral. Abaixo segue a minha lista.
OS 10 PASTORES QUE RESPEITO E ADMIRO:
1- O que não é perfeito, mas que busca ser exemplo do
rebanho
Esse pastor sabe de suas limitações, sabe que não é melhor do que
ninguém, sabe que é um pecador resgatado pelo sangue de Cristo. Ele, porém,
sabe também da missão que Deus lhe deu e busca conduzir suas ovelhas no caminho
dado pelo Supremo Pastor, sendo, antes de todos, o primeiro a vivenciar a
Palavra de Deus em sua vida para testemunhar a outros. Ele tem todo cuidado
nessa questão e pode-se ver em sua vida um homem que busca viver o evangelho e
não somente falar dele. É humano, tem seus erros, e não faz questão de passar
uma imagem de todo poderoso.
2- O que faz cultos cristocêntricos
Esse pastor busca
glorificar a Cristo nas ministrações que preside. Busca conduzir todas as
coisas para que Cristo cresça e todo o resto diminua. Do primeiro ao último
minuto de seus cultos busca apresentar a Cristo e conduzir as pessoas a Ele. É
sensível ao observar e corrigir coisas que tentam competir com a centralidade
de Cristo nos cultos.
3- O que não tem medo de pregar a Palavra de Deus
Esse pastor não faz média, antes, entrega a palavra de Deus conforme a Bíblia a
revela. Ele não usa de técnicas melodramáticas para tocar o coração dos seus
ouvintes. Ele busca antes de tudo, que o Espírito Santo revele a Palavra aos
seus ouvintes, conduzindo-os à presença viva de Deus. Sabe que muitas vezes irá
desagradar pessoas na sua pregação, mas é fiel às verdades que Deus lhe manda
pregar.
4- O que não crê que os fins justificam os meios
Esse
pastor é totalmente dependente de Deus em seu ministério. Ele conduz a igreja a
andar nos caminhos corretos de obediência ao Senhor e não nos caminhos tortuosos
que o coração humano propõe e que visam, antes de tudo, resultados que premiam
o trabalho realizado. Para ele o mais importante é fazer a vontade de Deus
usando os meios dados por Deus.
5- O que é obediente a Deus mesmo não vendo resultados
palpáveis
Esse pastor gosta de ver os resultados de seu trabalho, porém, não
é guiado por esses resultados. É guiado pela obediência e direção de Deus.
Mesmo, às vezes, não vendo resultados pontuados pelas pessoas como o ‘sucesso’,
continua sendo fiel e o pastor responsável por certo número de ovelhas dadas
por Deus. Para ele, cumprir a missão de Deus não é encher a igreja de gente a
qualquer custo, mas sim obedecer a Deus e confiar a Ele os resultados do
trabalho, seja quais forem.
6- O que não faz a si mesmo o “bam-bam-bam” da igreja
Esse pastor sabe fazer suas ovelhas entenderem a diferença entre admiração e
bajulação. Ele não aceita ser bajulado e até adorado como se fora mais do que
os outros ou até mesmo um quase deus. Coloca-se na posição de servo, tem prazer
de trabalhar em equipe e de ver suas ovelhas se desenvolvendo em seus
ministérios, e sempre reitera que ele também é ovelha do rebanho de Deus. Não
deixa o ego assumir o controle. Ele não é um ídolo dentro de sua igreja.
7- O que não explora financeiramente suas ovelhas
Esse pastor não é ignorante, não acredita que as dívidas da igreja são pagas
como que por milagre. Ele sabe das possibilidades da sua igreja e não usa
ameaças e nem promessas que a Bíblia não faz para que suas ovelhas contribuam com
o trabalho. Ele sabe instruir corretamente sua igreja sobre o que a Bíblia diz
a respeito das contribuições para o reino de Deus. Não faz dos momentos de
ofertório o momento mais importante do culto e nem do dinheiro o deus e a
confiança maior da igreja. Trabalha a parte financeira da igreja com dignidade,
ética e transparência.
8- O que não tem medo de ensinar profundamente a Bíblia
às suas ovelhas
Esse pastor não faz doutrinas em cima de textos isolados da
Bíblia, por isso, não tem medo de ensinar suas ovelhas a serem questionadoras,
estudantes profundas da Bíblia. Ele tem porta aberta ao diálogo e aos
questionamentos. Por isso, os cultos que preside são banquetes de aprendizado e
quebrantamento, onde a Palavra de Deus reina soberana como fonte de ensino e a
regra de fé e prática. Por ser assim ele sabe que precisa sempre beber dessa
fonte para também poder dar de beber cada vez mais aos seus discípulos.
9- O que ora sempre buscando em seus pedidos que seja
feita a vontade de Deus em primeiro lugar
Esse pastor não ousa sequer
pronunciar palavras de ordem a Deus. Ele sabe quem é Deus, sabe de Seus
atributos grandiosos. E mais, sabe exatamente que ele é apenas um homem
imperfeito, que está de pé pela graça de Deus. Por isso, em suas orações ele é
dependente de Deus e não o chefe de Deus.
10- O que tem cheiro de ovelha
Esse pastor é pastor
que pastoreia de verdade. A sua missão de vida é pastorear e não fazer fortuna
com o rebanho vendendo suas peles e carnes! Chegue perto dele e sentirá o
cheiro das ovelhas. Isso porque ele fica muito perto, ele acompanha, ele se
preocupa com elas. Ele as ama de verdade, mesmo que elas não tenham nada para
dar-lhe em troca. Ele
as acolhe, ele cumpre seu trabalho cabalmente como bom trabalhador que não tem
de que se envergonhar.
Os valores dão as razões para o que fazemos. Eles definem como gastamos nosso
tempo, energia e dinheiro. Os valores são critérios pelos quais julgamos e
avaliamos nossas preferências e escolhas. Eles determinam o que é não
negociável e importante em oposição ao que é urgente e flexível. Os valores
informam e guiam as nossas decisões.
NÓS CREMOS que Deus é o Rei[1] Eterno[2]. Ele é
infinito[3], Espírito[4], imutável[5], perfeito[6] em santidade[7],
sabedoria[8], bondade[9], justiça[10], poder[11] e amor[12]. Desde toda a
eternidade[13] Ele existe como o Único[14], Vivo[15] e Verdadeiro[16] Deus em
três pessoas[17] de única substância[18]: o Pai, o Filho e o Espírito
Santo[19], iguais em poder e glória[20].
B. Deus, o Rei: O Criador e Controlador de Todas as
Coisas
NÓS CREMOS que o Reino de Deus é eterno[21]. Do Seu
trono[22], através de Seu Filho, Sua Palavra[23] eterna, Deus criou[24],
sustenta[25] e governa[26] tudo o que existe[27]: as regiões celestiais[28], as
hostes angelicais[29] o universo[30], a terra[31], todo ser vivente[32] e os
seres humanos[33]. Deus criou todas as coisas muito boas[34].
C. O Falso Reino: Satanás e as Hostes Demoníacas
NÓS CREMOS que Satanás, originalmente um grande e bom
anjo, rebelou-se contra Deus, levando consigo uma hoste angelical[35]. Ele foi
expulso da presença de Deus e, como usurpador do domínio de Deus estabeleceu um
contra reino de trevas[36] e maldade sobre a terra[37].
D. O Reino na Criação, a Queda & a Doutrina do
Pecado Original
NÓS CREMOS que Deus criou o homem á Sua imagem, macho e
fêmea[38], para relacionarem-se com Ele e governarem a terra[39]. Sob a
tentação de satanás[40], nossos primeiros pais caíram da graça[41], trazendo o
pecado[42], as enfermidades[43] e o julgamento de Deus, que é a morte sobre a
terra[44]. Por causa da queda, Satanás e suas hostes demoníacas obtiveram
acesso à boa criação de Deus[45]. A criação agora prova as conseqüências e
efeitos do pecado original de Adão[46]. Seres humanos nascem em pecado[47], sujeitos
ao julgamento de Deus, que é a morte[48], e cativos do reino Satânico[49] das
trevas.
E. A Providência de Deus, a Lei do Reino e os Pactos
(Alianças)
NÓS CREMOS que Deus não abandonou seu governo sobre a
terra[50], o qual ele continua sustentando pelo seu cuidado[51]. Com o fim de
trazer a redenção, Deus estabeleceu alianças[52] que revelaram Sua graça aos
pecadores[53]. Na aliança com Abraão, Deus ligou a si mesmo com Seu povo
Israel, prometendo livrá-los da escravidão do pecado e de Satanás e abençoar a
todas as nações através deles[54].
NÓS CREMOS que como um Rei, Deus posteriormente redimiu
seu povo através de atos de poder, da escravidão do Egito[55] e estabeleceu Sua
aliança através de Moisés, revelando Sua perfeita vontade e nossa obrigação de
cumpri-la[56]. O propósito da lei é corrigir nossa natureza caída[57] e
tornar-nos conscientes de nossa responsabilidade moral[58]. Por meio do
Espírito de Deus[59], somos convencidos do nosso pecado[60] e do reto juízo de
Deus contra nós[61] e somos levados á Cristo para nossa salvação[62].
NÓS CREMOS que quando Israel rejeitou o governo de Deus
sobre si como Rei[63], Deus estabeleceu a monarquia em Israel[64] e fez uma
aliança incondicional com Davi[65], prometendo que sua herança iria restaurar o
governo do Reino de Deus sobre seu povo como o Messias eternamente[66].
F. Cristo, o Mediador e Rei Eterno
NÓS CREMOS que na plenitude dos tempos[67] Deus honrou
suas alianças com Israel e Suas promessas proféticas de salvação[68] enviando
Seu Filho Unigênito[69], Jesus, ao mundo[70]. Concebido pelo Espírito Santo e
nascido da Virgem Maria[71], sendo plenamente Deus e plenamente humano em uma
pessoa[72], Ele é humanamente como Deus planejou que fôssemos[73]. Jesus foi
ungido como Messias de Deus e cheio do Espírito Santo[74], inaugurando o Reino
de Deus sobre a terra[75], sobrepujando o reino de Satanás pela sua vitória
sobre as tentações[76], pregando as boas novas de salvação[77], curando os
enfermos[78], expulsando demônios[79], e ressuscitando os mortos[80]. Reunindo
seus discípulos[81], ele reconstituiu o povo[82] de Deus como sua igreja[83]
para ser instrumento de Seu Reino[84]. Posteriormente morrendo pelos pecado do
mundo[85], Jesus ressuscitou dentre os mortos ao terceiro dia[86], cumprindo a
aliança de bênçãos dada a Abraão[87]. Em sua vida sem pecados e perfeita[88]
Jesus cumpriu as normas da lei[89], e em sua morte expiatória na cruz[90] Ele
recebeu o julgamento de Deus pelo pecado[91], o qual nós merecemos como
ofensores da lei[92]. Pela Sua morte na cruz Ele também desarmou os poderes
demoníacos[93].
A aliança com Davi foi cumprida com o nascimento de
Jesus proveniente da casa de Davi[94], seu ministério Messiânico[95], sua
gloriosa ressurreição da morte[96], sua ascensão aos céus e seu governo atual à
direita do Pai[97]. Como Filho de Deus e herança de Davi[98], Ele é o eterno
Rei e Messias[99], avançando o Reinado de Deus através de todas as gerações em
todas as extremidades da terra hoje[100].
G. O Ministério do Espírito Santo
NÓS CREMOS que o Espírito Santo foi derramado sobre a
Igreja no Pentecostes em poder[101], batizando os crentes no Corpo de
Cristo[102] e distribuindo os dons do Espírito a eles[103]. O Espírito traz a
permanente ratificação da presença de Deus para nós[104] para adoração
espiritual[105], santificação pessoal[106], edificação da igreja[107],
capacitação para o ministério[108] e confrontação do Reino de Satanás[109],
através da evangelização do mundo pela proclamação da palavra de Jesus[110] e
realização de sua obra[111].
NÓS CREMOS que o Espírito Santo habita em todo crente em Jesus Cristo[112] e
que Ele é nosso permanente Ajudador[113], Mestre[114] e Guia[115]. Nós cremos
no enchimento ou plenitude do Espírito Santo[116], muitas vezes como uma
experiência consciente[117], para o ministério em nossos dias[118]. Nós cremos
no ministério do Espírito hoje[119] e no exercício de todos os dons bíblicos do
Espírito[120]. Nós praticamos a imposição de mãos para capacitação no Espírito
Santo[121], para cura[122] e para reconhecimento e envio de todos aqueles a
quem Deus têm ordenado para liderar e servir a Igreja[123].
H. A Suficiência das Escrituras
NÓS CREMOS que o Espírito Santo inspirou os autores
humanos das Santas Escrituras[124] e, portanto a Bíblia não contém erros[125]
em seus manuscritos originais. Nós recebemos os sessenta e seis livros do Velho
e Novo Testamentos[126] como nossa final e absoluta autoridade, a única e
infalível regra de fé[127] e prática[128].
I. O Poder do Evangelho Sobre o Reino das Trevas
NÓS CREMOS que todo o mundo está sob a dominação de
Satanás[129] e que todos são pecadores por natureza[130] e escolha[131]. Todos
estão, portanto sob o justo juízo de Deus[132]. Através da pregação das Boas
Novas de Jesus e do Reino de Deus[133] e da obra do Espírito Santo[134], Deus
regenera[135], justifica[136], adota[137] e santifica[138] através de Jesus
pelo Espírito[139] a todos que se arrependem dos seus pecados[140] e crêem em Jesus Cristo como
Senhor[141] e Salvador[142]. Desta forma são libertos do domínio de Satanás e
entram no Reino de Deus[143].
J. A Igreja: Instrumento do Reino
NÓS CREMOS em uma Igreja Una[144], Santa[145] e Universal[146].
Todos que se arrependem de seus pecados e confessam Jesus como Senhor e
Salvador são regenerados pelo Espírito Santo[147] e passam a fazer parte do
Corpo de Cristo[148], do qual Ele é a cabeça[149] e nós somos os membros[150].
K. O Batismo e a Ceia do Senhor
NÓS CREMOS que Jesus Cristo deixou duas ordenanças para
a Igreja: Batismo nas águas[151] e a Ceia do Senhor[152]. Ambas são para todos
os crentes.
L. O Reino de Deus e o Julgamento Final
NÓS CREMOS que o Reino de Deus veio ao mundo através do
ministério de nosso Senhor Jesus Cristo[153], e que continua a vir através do
ministério do Espírito Santo por intermédio da igreja[154] e que será consumado
na gloriosa, visível e triunfante aparição de Jesus[155] – Seu retorno á terra
como Rei[156]. Depois do retorno de Jesus para reinar[157], Ele trará a derrota
final de Satanás e todas as suas obras[158], a ressurreição dos mortos[159], o
julgamento final[160] e a eterna bênção dos justos e a eterna consciência de
punição dos perversos[161]. Finalmente, Deus vai ser tudo em todos[162] e seu
Reino e Seu domínio[163] serão completos nos novos céus e nova terra[164], recriados
pelo Seu poder, onde Sua retidão habita[165] e na qual Ele será adorado
eternamente[166].
Nós desejamos adorar a Deus com o todo nosso ser. Nós queremos Jesus no centro
como nosso Senhor. Nós temos fome da plenitude do Espírito Santo... Sua glória
repousando sobre nós. [1]
Nós desejamos desenvolver através do Espírito Santo um estilo de adoração que
seja íntimo, dinâmico, atual e transformador de vidas. [2]
DISCIPULADO
Nós queremos ouvir a Palavra de Deus ensinada de
forma prática e inspirativa, em conjunto com Sua atual palavra profética. [3]
Nós queremos ouvir e obedecer a Palavra de Deus a
nós... queremos ser “praticantes da Palavra” que estão sendo transformados à
semelhança de Cristo. [4]
COMUNHÃO
Nós somos a família de Deus, um só corpo em Jesus Cristo, ligados
como irmãos e irmãs eternamente. [5]
Nós buscamos desenvolver juntos amizades reais,
íntimas e edificantes, gerando uma aliança de amor, mútua responsabilidade e
fidelidade. [6]
MINISTÉRIO
Nós cremos que todos os cristãos são chamados para
servir a Cristo no poder do Seu Espírito, de forma que a Igreja local seja
edificada. [7]
Nós somos chamados para cumprir o ministério de
Cristo no mundo hoje, por exemplo:
• Pregando o Evangelho do Reino [8]
• Persuadindo pessoas a arrependerem-se e crerem em
Jesus [9]
• Curando enfermos
• Cuidando dos pobres e necessitados [10]
• Aconselhando aqueles que precisam da sabedoria de
Deus [11]
• Ensinando os crentes a seguir Jesus [12]
• Dando nossos recursos para a obra de Cristo [13]
• Treinando cristãos para servirem ao Senhor [14]
TREINAMENTO
Nós cremos que todos os cristãos deveriam ser
treinados para “fazer a obra de Cristo”. [15]
Nós somos comprometidos com o modelo de “falar e
mostrar” e com o treinamento “em ação”, em que as pessoas em treinamento são
introduzidas a cumprir as funções do ministério junto com pessoas experientes,
que irão acompanhá-las durante e após a experiência de treinamento. [17]
Nós almejamos proporcionar treinamento para todas
as áreas de responsabilidade na vida cristã e ministério. [18]
MISSÕES
Nós almejamos renovar, ajudar e desenvolver Igrejas
enviando pessoal treinado em viagens ministeriais de curto prazo. [19]
Nós almejamos edificar a Igreja de Jesus Cristo
enviando pessoal treinado para plantar Igrejas ao redor do mundo. [20]